Algo de errado não está certo.
Neste cenário atual, fica difícil de falar apenas sobre os mercados. Estamos enfrentando uma ofensiva sem paralelo na história da humanidade. O poder econômico, não esteve tão faminto como nos dias de hoje. Na linha do tempo da humanidade, vemos o crescimento de impérios a dimensões gigantescas. Alexandre o Grande, os mongóis, Romanos, otomanos, austro-húngaro, e por aí afora. Mas o que estamos presenciando nunca foi traçado. Vivemos a implantação de um império único no planeta, os arquitetos desta nova ordem, almejam o controle de todo o planeta, não demonstram sinais de que, pretendem permitir contrapontos a eles. Não verão vítimas, ou danos em sua trajetória. O objetivo, e a imposição de suas regras e ordens a todos os viventes.
É sob esta ótica, e que estamos assistindo esse embate em terras do leste europeu. Não é apenas um mero candidato a imperialismo, é a criação de um novo temor sobre a humanidade. O “demônio” está sendo “instigado” e amplificado, para que os demais se submetam a proteção do “herói” guerreiro. Assustar aos ratos, para que fujam em direção a ratoeira. A nova ordem mundial, trama seus movimentos de forma fria e calculada. Transformar a movimentação russa sobre território ucraniano, em uma porta para a “guerra final” e ameaçar o mundo com a fome e a miséria. Não é o petróleo o objetivo da recuperação dos territórios hoje ocupados. É o controle sobre as reservas e a produção de insumos fundamentais para a produção agrícola. Quem controlar estas reservas controla, a produção mundial de alimentos, podendo ampliar o reduzir, a produtividade que é de vital importância para a humanidade nos próximos anos. Hoje grande parte destes insumos já estão sob o controle, destes que fazem parte do “grupo” ou sob sua vigilância, porém o território hoje em disputa ainda está livre das garras desse poder. Faze-lo avançar sobre “terras desprotegidas” é uma armadilha para a tomada de todo o território pretendido. O próximo alvo, já está desenhado, é o controle da produção agrícola em si, algo que, com a retomada dos territórios ocupados e a mudança dos governantes no norte da américa, já garante grande parte deste poder, restando apenas um outro território ainda rico e livre destas garras.

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